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segunda-feira, 4 de maio de 2009

“Arte no Brasil”

Alguém certa vez disse: “somos aquilo que os nazistas mais temiam. Um país miscigenado!”. Esse evento histórico, como qualquer outro gerou, gera infindáveis desdobramentos em infindáveis aspectos de nossa vida. Dessa contínua mistura de crenças, culturas, povos, a se originou a multiplicidade que nos caracteriza enquanto povo.
As artes segundo penso, são um dos reflexos mais belos desse processo. No entanto me parece que esqueceram dizer isso à nossa mídia, que impetuosamente reduziu os espaços de difusão dessa diversidade em detrimento de um grupo específico comercialmente mais “lucrativo”.
É claro que a comercialização da Arte é uma forma levá-la ao público e de manter os meios de produção dela própria. O problema é quando se leva esse principio mercadológico às ultimas conseqüências. A necessidade de retorno financeiro imediato por parte da indústria musical, por exemplo, faz com que só se “apostem” em fórmulas que já deram certo ($), mesmo que elas já venham sendo repetidas há anos. Inovar é correr riscos que a indústria musical não tolera!
A produção artística no Brasil em si, é uma das maiores do mundo, tanto quantitativa quanto qualitativamente. O difícil é um artista se “adequar” ao que a indústria musical brasileira dita!
Quanto a tantas outras formas de arte, como poesia, artes plásticas, danças, artes cênicas... vão muito bem, obrigado. Cada qual em seu mundinho. Sem reduto. Seu gueto... já que os espaços na “grande mídia” já estão ocupados pelas mesmas cantoras, seus BBBs, candidatos a BBBs, Ex-BBBs que “viram artistas...” Enquanto isso, alguém tem notícia de Beto Guedes, Osvaldo Montenegro, Chico Buarque, Guilherme Arantes?

Não merecemos esse quadro!



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