contador de visitas

Publicidade

L

Publicidade


Publicidade

L

sexta-feira, 29 de maio de 2009

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Show regional consolida Rio Claro como pólo regional da cultura independente nacional


A banda Dance of Days se apresenta em Rio Claro/SP no próximo dia 30/05. Se consolidando como pólo regional da cultura independente nacional, Rio Claro recebe pela primeira vez a banda de rock “Dance of Days”. O grupo paulistano é precursor de vários movimentos e tendências musicais que circularam pelos quatro cantos do país no fim da década de 90 e inicio dos anos 2000 e ainda sustentam as melodias e harmonia que marcaram a sua identidade musical criada durante mais de uma década de existência.

A banda lançou seu primeiro single em meados de 1997 e é formada a partir do polêmico vocalista e fundador Nenê Altro, Fausto Oi (Baixo), Marcelo Tyello (Guitarra), Samuel Rato (Bateria) e Marcelo Verardi (Guitarra). O quinteto vem a cidade para destilar canções que consagraram a banda no cenário independente nacional. Além das canções do 7º CD, “A Dança das estações”, lançado em 2008 poucos meses após lançar “Insônia”, o 6º CD da banda, pioneiro álbum virtual do grupo que segue uma linha poética de influências musicais que passam por bandas como Jimmy Eat World, Lifetime, The Smiths, 7 Seconds, Interpol, Joy Division, She Wants Revenge, Legião Urbana, entre outras

O show, que começa as 20hrs, terá como atrações secundárias o que há de melhor na atualidade do cenário independente da região com a participação das bandas Vernate (Itirapina), Delunes (Rio Claro), Split Flame (Araras), além do retorno aos palcos rio-clarenses dos grupos Take Out e Teorema Infinito, ambos de Santos.

O evento acontece no D’Vinci Music Bar no próximo dia 30 de maio e a venda antecipada de ingresso está disponível em Rio Claro na Tattoo Collorido (Rua 2, 805

Show regional consolida Rio Claro

como pólo regional da cultura independente nacional.


Caetano cai de palco em show em Brasília


Caetano cantava "Força Estranha" e começou a andar pelo palco em direção à plateia. Veja!

Imagem mostra momento em que
Caetano Veloso cai do palco
durante show em Brasília

O cantor Caetano Veloso, 66, caiu do palco durante a apresentação que fez neste sábado (16), em Brasília. O cantor estava na cidade para promover seu novo disco, "Zii e Zie".

Veja o vídeo que mostra o momento em que Caetano Veloso caiu do palco.

No momento da queda, Caetano cantava "Força Estranha" e começou a andar pelo palco em direção à plateia.

Sem perceber o término da estrutura, o cantor continuou andando e caiu, próximo ao público.

Aplaudido, Caetano se levantou rapidamente e mandou beijos para a plateia.

A apresentação, que já estava no bis, terminou logo depois.


Pensamento Livre

Na busca pelo sentido oculto para os eventos que tanto me intrigavam, naveguei por diversos mares aparentemente contraditórios. As explicações variavam conforme as vertentes ideológicas ou religiosas que as tentava explicar. No entanto tudo me parecia demasiadamente parcial.
Agora finalmente, embora considerando e respeitando as abordagens religiosas para os fenômenos do mundo, um certo nexo tem me parecido progressivamente coerente nesses mares de crenças anacrônicas. A cada dia me parece mais necessário a intercomunicação entre campos de saberes distintos a fim de que identifiquemos traços de coerência implícitos entre tantos dogmas, tantas “Verdades” tornadas absolutas por aqueles que as professam!
A Metafísica vem me parecendo um caminho que agrega tantos outros e, de modo aberto permitindo o livre pensamento e a indagação de quem a ela investiga.
Refiro-me não a concepção estritamente Aristotélica da metafísica, mas à conceituação a ela atribuída particularmente nas ultimas décadas.

Continua...


Entre a idéia e a expressão dela

Aparentemente toda idéia, por mais funestas que possam parecer, só tomam repercussão entre a opinião pública quando são publicamente expostas. O que não necessariamente influirá numa mudança de paradigmas por parte de quem com elas compactua.
Vejamos o caso do jogador de futebol que ao ser indagado por um jornalista quanto à declaração de seu técnico que esbravejava “Não vamos dar mole. Se precisar quebre a perna do atacante deles!” Perguntado então pelo jornalista sobre a gravidade dessa declaração, o quão infeliz; errada foi ela, o jogador respondeu “Isso é normal. O único erro nosso foi esquecer a porta aberta”.
Outro caso curioso: Há algum tempo podia-se ler nos anúncios de empregos dos jornais “BOA APARÊNCIA” ou ainda “ÓTIMA APARÊNCIA”, que equivaleria dizer “PRIVILEGIAMOS CANDIDATOS (as) DE PELE CLARA E CABELOS LISOS, SE POSSÍVEL LOIROS!!” Padrão esse importado da Europa e dos EUA.
A divulgação desses pré-requisitos gerou discussão entre alguns órgãos de defesa dos direitos do trabalho e foram proibidos.
Atualmente um relator Sérgio Morais (que afirmou estar se “lixando” para a opinião pública), tem sido alvo isolado dessa mesma opinião pública, ao que me parece, meio influenciada pela imprensa. É claro que foi deplorável tal afirmação, mas eu pergunto a vocês leitores, se ele não tivesse falado nada publicamente, significaria que ele pensaria diferente? Quantos outros pensam iguais, e não cometeram o “erro” de dizer publicamente? E ainda: Em que, se baseiam aqueles que pensam assim?
Pois bem, fechar uma simples porta significaria “pacificar” a competitividade no futebol?
Policiando o que diz, um político estaria “Moralizando” o Congresso Nacional?
Excluir “BOA APARÊNCIA” dos anúncios de emprego significaria na prática respeitar e re-valorizar nossa diversidade étnica colocando-a no mesmo patamar que aquelas outras que a TV massificam? Anos depois dessa proibição, qual o percentual de pardos e negros você encontra trabalhando como vendedores em lojas de carro, shoppings, ou secretarias em empresas privadas?
Todas essas medidas me parecem mecanismos de camuflagem de uma cultura hipócrita que as sustentam.
Precisamos mesmo é de uma mudança real de paradigma, de subjetividade, de cultura, como um remédio contra nossa hipocrisia!

Em 12 horas, Virada Cultural Paulista reúne mais de 530 mil pessoas

Maratona tomou conta de 20 cidades do Estado.
Programação vai até as 18h deste domingo (17).

Arnaldo Antunes se apresentou na abertura da Virada Paulista em São José do Rio Preto. (Foto: Divulgação)

A maratona promovida na 3ª edição da Virada Cultural Paulista invadiu a madrugada e tomou conta de 20 cidades do Estado São Paulo. Em 12 horas de apresentações – das 18h de sábado (16) às 6h deste domingo (17) – mais de 537 mil pessoas saíram às ruas para conferir espetáculos de teatro, música, dança, intervenções urbanas e sessões de cinema, segundo informações da Secretaria de Estado da Cultura.

O evento - realizado em Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Caraguatatuba, Franca, Indaiatuba, Jundiaí, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara d’Oeste, Santos, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto, São João da Boa Vista, São José dos Campos e Sorocaba - pretende reunir mais de 1 milhão de pessoas até as 18h deste domingo.

Em São José do Rio Preto, mais de 40 mil pessoas prestigiaram a Virada Cultural. Depois da apresentação de Arnaldo Antunes, que reuniu milhares de fãs no
Anfiteatro da cidade, os roqueiros do Ludov agitaram a plateia. À 0h a banda de metal Sepultura tomou conta da madrugada.

O grupo de samba-rock Sandália de Prata inaugurou a maratona de apresentações que invadiram Araçatuba. O frio não espantou o público, que compareceu em peso ao Centro Cultural Ferroviário, onde aconteceu a abertura do evento às 18h de sábado (16). O destaque da noite ficou por conta da banda gaúcha Cachorro Grande, que entrou no palco à 0h. Até a manhã de domingo (17), mais de 14 mil pessoas já haviam comparecido ao evento.

Plebe Rude se apresenta em Ribeirão Preto, neste sábado (16). (Foto: Agência Estado)

Já os veteranos do Titãs foram destaque na Virada de Araraquara. A cidade eleita para a abertura do evento teve a madrugada agitada pelos clássicos do rock nacional. A abertura do evento ficou por conta do Sambasonics. Aproximadamente 25 mil pessoas se espalharam pelos sete pólos culturais da cidade.

Vinte e três mil pessoas acompanharam a Virada Cultural de Bauru, aberta
pelo músico pernambucano Otto no Parque Vitória Régia. O espaço recebeu à
0h de domingo (17) outro grupo de artistas pernambucanos, o Cordel do
Fogo Encantado, que embalou a madrugada da cidade. O trio de rock instrumental Pata de Elefante conquistou o público presente no Teatro Municipal.

De CPM a Yamandu

O frio não intimidou as 2 mil pessoas que marcaram presença na abertura
oficial da Virada Cultural Paulista em Caraguatatuba. A big-band paulistana Funk Como Le Gusta embalou o público presente na Praça de Eventos da cidade, que recebeu à 0h de sábado (17) o grupo Monobloco. No Teatro Mário Covas, o destaque foi a apresentação da cantora Mônica Salmaso com o grupo Pau Brasil.

A cantora Paula Lima fez show em Mogi Guaçu. (Foto: Divulgação)

O grupo Farofa Carioca abriu a Virada Cultural de Franca reunindo mais de mil pessoas no Ginásio de Esportes Pedrocão. Ao longo da noite, foram quase 18 mil pessoas espalhadas pelos dois endereços da cidade que receberam a programação do evento. O grupo de samba Fundo de Quintal se apresentou à 0h de domingo (18). No Teatro Municipal, o show dos alunos do Projeto Guri e da Andaluzes Cia. de Dança emocionou a plateia.

O cantor Lenine foi o destaque da Virada Cultural de Indaiatuba, que até a madrugada de domingo (17) recebeu mais de 30 mil pessoas. Entre os
destaques da programação da cidade estão a Orquestra Sinfônica do Estado
de São Paulo, o músico Yamandu Costa e a banda de pop-rock CPM 22. A
companhia de Dança Cisne Negro e o grupo de teatro Parlapatões lotaram a
Sala Acrísio de Camargo na noite de sábado (16).

A programação da Virada Cultural paulista teve ainda Marcelo D2, Vanguart, Leci Brandão, Paula Lima, Lobão, a banda Blitz, Jorge Ben Jor, Pitty, Black in Rio, Sandra de Sá, Ultraje a Rigor, Banda Glória, Trio Virgulino, Paris Le Rock, Violeta de Outono, Negra Li, entre outros.




Músico toca de pijama por 27 horas para entrar no livro dos recordes

Gonzales, produtor da cantora Feist, se apresentou domingo (17) em Paris.
Canadense quer marca no Guinness pelo show mais longo já realizado.


Foto: AFP

O músico Gonzales tenta entrar no livro dos recordes tocando piano por 27 horas seguidas, neste domingo (17), no Cine Theatre 13, em Paris. (Foto: AFP)

Foto: AFP

O canadense Gonzales trabalha como produtor da cantora indie Feist, além de Philippe Katerine, Arielle Domsbale e Jane Birkin. (Foto: AFP)




Cantoras de jazz homenageiam o Brasil

Diana Krall lança 'Quiet nights' e lembra Tom Jobim.
Jane Monheit mostra bom português e canção de Ivan Lins.

A cantora Diana Krall. (Foto: Divulgação)

É antiga a relação de amor entre o jazz e a música brasileira, que ainda hoje dá mostras de que o namoro é mesmo firme e que os gêneros continuam se misturando. Prova disso são os álbuns recentemente lançados pela norte-americana Jane Monheit e pela canadense Diana Krall, ambos trazendo composições de nomes consagrados da bossa-nova e da MPB.


Uma viagem ao Brasil em 2007 foi o que inspirou Diana Krall a dedicar seu 12º disco à bossa-nova -inclusive ela esteve por aqui novamente no ano passado, cantando em homenagem ao aniversário de 50 anos do gênero musical e gravando um DVD, intitulado "Live in Rio", que está previsto para sair em maio.

O disco de Diana Krall ganhou o nome de "Quiet nights", título em inglês para "Corcovado", e traz no encarte uma grande foto do Rio de Janeiro. O repertório faz um mix de clássicos do jazz, como "Where or when", famosa na voz de Frank Sinatra, com canções de Tom Jobim, como "Garota de Ipanema", que ganhou adaptação e virou "The boy from Ipanema", e " Este seu olhar", cantada num português macarrônico. Além, claro, da canção que dá nome ao CD.

O disco traz ainda "So nice", versão em inglês de "Samba de verão", assinada pelos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle. E conta com a participação do arranjador Claus Ogerman, que trabalhou tanto com Sinatra quanto com Jobim.


Já Jane Monheit, em "The lovers, the dreamers and me", segue basicamente a mesma receita, só que ao invés de Tom Jobim, canta Ivan Lins, compositor de quem é fã desde sempre e cujas músicas tem o hábito antigo de gravar. Enquanto sustenta seu repertório de jazz com "Get out of town", de Cole Porter, traz uma versão em inglês de "Acaso", de Lins.


O excelente português da cantora -de voz magistral- só pode ser ouvido algumas faixas depois, em "A primeira vez" (de Bide e Armando Marçal), na qual ela se arrisca num simpático samba. Em 2007, a cantora já havia lançado um disco com fortes influências brasileiras, mostrando parcerias com Sérgio Mendes e Ivan Lins, além de apresentar uma canção de Jobim, "Só tinha de ser com você".

A surpresa deste seu novo disco fica por conta da música de abertura, "Like a star", composta por Corinne Bailey Rae, famosa pelo hit "Put your records on".




segunda-feira, 4 de maio de 2009

No principio foram capas das fitas VHS! ...Eu explico.

Sempre se ouviu dizer que o Brasil não é um país de leitores. Se essa premissa é verdadeira, como veria o Brasil atual, Monteiro Lobato?
Pois bem, no início dos anos noventa quando se acentuou a difusão do Vídeo Cassete, eu da janela de casa avistei um garoto de uns 11 anos caminhando com aquilo que para mim, vendo de longe, parecia um livro. Tal foi minha surpresa, que ao ver aquela “pequena semente do saber e de tudo o que ele agrega, sendo germinadas na cultura local feito sementes de luz na escuridão da ignorância”. Pensei comigo: “Quem disse que esse país não vai para frente?”
No dia seguinte, vi outras pessoas portando aqueles “Livros”,enquanto meu otimismo quanto aos rumos da minha sociedade seguia firme como nunca antes” Um país de leitores é uma país melhor informado, mais preparado para promover as mudanças de que necessitamos; Para questionar, reivindicar; ser cidadão no sentido mais amplo da palavra...”
Algumas semanas seguintes, descobri que aquilo que me parecia livros, na verdade eram capas de fitas VHS(provavelmente de produtos típicos da indústria cultural Norte Americana).
Tempos depois vi uma equipe de futebol feminino amador em treinamento num campo perto de minha casa. “Lindo ver de minha janela aquele movimento cultural autônomo, legítimo, independente, desafiando os velhos estereótipos locais de então!” Pensei: O Brasil tem jeito!
Pouco depois, liguei a TV e uma novela adolescente mostrava um grupo de “patricinhas” que formavam um time de futebol.
A algumas semanas deparei-me com uma mulher na rua lindamente usando adereços orientais. Pensei “ Que bom ver que somos suficientemente autônomos culturalmente para expandirmos nosso prisma a outras tendências culturais”. Claro que descobri posteriormente a origem dessa “nova moda”.
Pois é, qual quer dia eu, ao tentar comprar determinado produto como simples óculo de sol, vou ouvir do vendedor “Não conheço o modelo que você deseja, em que novela está?”


“Arte no Brasil”

Alguém certa vez disse: “somos aquilo que os nazistas mais temiam. Um país miscigenado!”. Esse evento histórico, como qualquer outro gerou, gera infindáveis desdobramentos em infindáveis aspectos de nossa vida. Dessa contínua mistura de crenças, culturas, povos, a se originou a multiplicidade que nos caracteriza enquanto povo.
As artes segundo penso, são um dos reflexos mais belos desse processo. No entanto me parece que esqueceram dizer isso à nossa mídia, que impetuosamente reduziu os espaços de difusão dessa diversidade em detrimento de um grupo específico comercialmente mais “lucrativo”.
É claro que a comercialização da Arte é uma forma levá-la ao público e de manter os meios de produção dela própria. O problema é quando se leva esse principio mercadológico às ultimas conseqüências. A necessidade de retorno financeiro imediato por parte da indústria musical, por exemplo, faz com que só se “apostem” em fórmulas que já deram certo ($), mesmo que elas já venham sendo repetidas há anos. Inovar é correr riscos que a indústria musical não tolera!
A produção artística no Brasil em si, é uma das maiores do mundo, tanto quantitativa quanto qualitativamente. O difícil é um artista se “adequar” ao que a indústria musical brasileira dita!
Quanto a tantas outras formas de arte, como poesia, artes plásticas, danças, artes cênicas... vão muito bem, obrigado. Cada qual em seu mundinho. Sem reduto. Seu gueto... já que os espaços na “grande mídia” já estão ocupados pelas mesmas cantoras, seus BBBs, candidatos a BBBs, Ex-BBBs que “viram artistas...” Enquanto isso, alguém tem notícia de Beto Guedes, Osvaldo Montenegro, Chico Buarque, Guilherme Arantes?

Não merecemos esse quadro!