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terça-feira, 9 de junho de 2009

A História e Origem do Violão e da Guitarra segundo Robson Miguel

Depois de muitos anos de estudos e pesquisas sobre a origem desta nossa mini-orquestra que é o violão, decidi então em 1985 ir para a Espanha, pois queria viver com detalhes e pesssoalmente todo o caminho percorrido pela mesma até chegar ao Violão e a Guitarra moderna.

Como o objetivo deste método é a informação prática no domínio do instrumento e não diretamente histórica, aconselho aos alunos interessados em obterem maiores informações a participarem dos SEMINÁRIOS NACIONAIS DE VIOLÃO E GUITARRA - ROBSON MIGUEL.

Juntando documentos, dados pessoais adquiridos por vários pesquisadores espanhóis, juntados a dados de outros historiadores e arqueólogos que desintencionadamente colaboraram em descobertas espetaculares, informo como breve resumo aos meus discípulos que canas, como que de bambus, com vários furos, que fundaram a família dos instrumentos mais antigos: Os de Vento, iniciando com a antiga flauta até chegar nos sofisticados órgãos de tubo.

Seguiram depois os instrumentos feitos de crânio de animais, de casco de tartarugas recobertos de peles rústicas ou couro de animais que aperfeiçoando-se chegaram mais tarde à lira hebréia.

Nesta época o couro já era usado nos primitivos instrumentos de percussão como tam-tam, bombo e tambor. Destes tais, prendendo cordas feitas de tripa de carneiro, deu-se então o começo da família dos instrumentos de cordas.

A família dos instrumentos de cordas divide-se em três grupos:

Instrumento de cordas presas nas extremidades tocadas ao ar, como a harpa antiga, a lira, a cítara, etc, em que cada corda produz um único som.
Instrumentos de cordas presas nas extremidades, que ao mesmo tempo a distância (tamanho) das mesmas são encurtadas quando os dedos pisam o braço em diferentes lugares como: Alaúd, Kinnor, Nebel, vihuela, violão, guitarra, etc.
Instrumentos de cordas presas nas extremidades tocadas com um arco, que friccionam (esfrega) nas mesmas, e ao mesmo tempo estas também são encurtadas quando os dedos pisam o braço em diferentes lugares como: vihuela de pêndula, violino, viola (clássica de orquestra), violoncelo etc.
Nota: O piano (instrumento de cordas percutidas por pequenos martelos) pertence, juntamente com o Cravo (instrumento de teclas de cordas dedilhadas), a um outro grupo derivado do 1º grupo.
O fator que me leva a comentar destes grupos (1º e 2º) é que estes instrumentos estão estreitamente ligados.

O nome "GUITARRA" e as formas que o caracterizam copiadas do VIOLÃO, não tem, como provam, uma fonte comum. Por esta razão as fontes que eu adquiri de sua origem na Espanha nos traz diferentes caminhos no que se refere à evolução de sua forma. Não podemos, com segurança, apoiar-nos nas teorias de outros companheiros que por suposições pessoais crêem que estas formas vieram da Citára Grega (o nome sim), a Quitarra (ou Kitara) Caldáica (o nome sim), ou a Sitar Persa, que sem nenhuma dúvida são também precursoras da nossa guitarra e do violão de hoje.

É importante informar aos meus discípulos que, no Egito, em tempo dos faraós e nas antigas culturas da Ásia Menor, existiam formas de instrumentos intermediários entre o antigo Alaúd e nosso Violão moderno, mais precisamente entre os anos 800 e 1000 antes de Jesus Cristo, como pude comprovar nos antigos pergaminhos Hititas e Egípcios.

Lembro que há 2000 anos antes de Jesus Cristo os Hitítas que residiam na Ásia Menor usavam um instrumento chamado Kinnor. Na mesma época os Egípcios e Hebreus usavam o Nebel (Fig 4). Nesta mesma região usavam um instrumento de cordas cujas características são muito semelhantes ao nosso violão moderno: corpo oval, tampos (superior e inferior) planos, unidos por uma tala e com abertura redonda no tampo superior, com braço reto e provido de trastes.

Bem, segundo a mitologia, a origem dos instrumentos de cordas dedilhadas está relacionada com a Lira, e sua invenção deve-se ao egípcio Thot Trimegiste, mas os gregos atribuem a Hermes e aos Hebreus a Jubal, segundo a Bíblia Sagrada. Das três fontes, a Bíblia é a mais antiga.

Eu creio que a origem da palavra "GUITARRA" é derivada de Citára Grega ou Qitâra Caldáica (repito: Citára, Qitâra), e pela sua dificuldade de pronuncia era chamada de GUITARRA pelos espanhóis que habitavam ao derredor dos castelos (castelhanos). Quando estive em novas investigações em 1987 na península Ibérica, onde o Mouros invadiram a Espanha (no ano 820- depois de Cristo), segundo informações do povo ibérico, eles introduziram um instrumento semelhante ao Violão, mas sem trastes e tocado entre as pernas em posição vertical. Creio que quando o grande maestro Francisco Tárrega adotou em sua revolucionária metodologia a postura na perna esquerda, talvez tenha em sua origem a postura antiga. Atualmente, nós, da geração moderna, que lutamos pelo espaço de popularidade mundial do nosso Violão e da Guitarra, somos menos rígidos quanto à postura desde que a mesma não impeça o perfeito domínio do mesmo.

A guitarra elétrica, também chamada de Eletric Spanish Guitar (Guitarra Elétrica Espanhola) possui este nome porque toda a divulgação e aperfeiçoamentos anatômicos são devidos aos espanhóis, que a tornaram, até os anos 1800, um dos instrumentos mais populares do mundo, aparecendo no Brasil em 1808. Somente em Portugal e Brasil recebe o nome de Violão, dado pelos portugueses sem fonte clara de referência, talvez vindo da antiga viola de trovador (menestrel) que é um pouco menor. As primeiras guitarras elétricas gozavam de pouco recurso pois era a própria Spanish Guitar com um microfone de voz dentro de sua caixa, vindo a ser substituído mais tarde pelo microfone de contato chamado captador.

As guitarras maciças apareceram nas décadas de 50 - 60, e seus maiores divulgadores foram os integrantes do grupo The Beatles. Para executarmos usaremos duas técnicas: a manual com dedos (dedilhada) e a manual com palheta.





domingo, 7 de junho de 2009

Nei Motta

Algumas fotos de Ney Motta entre amigos, em momentos informais.
Atualmente ele está gravando novas músicas que em breve serão divulgadas nesse blog.

...Some Ney Motta pictures in his country between his friends in enjoy moments.
Today he is recording new songs to be posted in this blog.








segunda-feira, 1 de junho de 2009

Da Bossa Nova ao Funk

Como não poderia deixar de ser nossas manifestações culturais, assim como tudo aquilo a que chamamos “diversidade cultural”, passam pela peneira de nossa mídia, que as seleciona, qualifica e as difunde (e massifica) segundo seus misteriosos critérios, fazendo parecer global aquilo que é local. “A coisa é meio como querem que saibamos que seja”.
A realidade para grande maioria da população é aquilo que lhes é exposto. E a TV é a janela para essa realidade. Assim me parece que há um milhão de idéias na fila da desmistificação. Dentre elas a da linha evolutiva cultural entre a Bossa Nova e o Funk.
Tornou-se lugar comum pensar “Ontem nossa música era a Bossa, e agora é o Funk. Como regredimos!”
O primeiro aspecto que me parece fundamental é que a Bossa Nova foi, com todo respeito a tantos artistas excepcionais, um movimento de uma classe média da Zona Sul do Rio. E apesar de ter sido difundida internacionalmente nos anos 60. Não reflete a diversidade das manifestações musicais brasileiras “para além” da Zona Sul. Assim apesar da atual identificação européia como “Brazilian Eletronic Music, também não podemos achar o Funk por sua massificação local, é um fenômeno cultural Global; Que tem a mesma força em todos os lugares do Brasil.
Penso que pelo fato de o Rio de Janeiro, por se tratar de um grande pólo turístico, o que se passa por aqui tende a ganhar mais visibilidade internacional. O que não significa que não há outros movimentos culturais igualmente fortes, ou superiormente interessantes, espalhados por todos os cantos do Brasil. Mas só conheceremos isso, quando nossa querida mídia achar que podemos conhecer.
O que você gostaria que a televisão mostrasse?

Semana do Meio Ambiente terá uma série de eventos

Uma série de eventos serão realizados na capital e no interior em comemoração à semana do meio ambiente, que acontece de 1 a 5 de junho.

Programa de educação ambiental, convênios para preservação de parques estaduais, licenciamento de atividades de impacto local, promulgação da Lei do Cerrado Paulista e adesão dos municípios ao Pacto das Águas São Paulo estarão entre os destaques da Semana.

As atividades começaram na segunda-feira, dia 1º, no Jardim Botânico. A SMA inaugurou o espaço Verde Vivo, do Programa Criança Ecológica. Este é o quarto projeto do Programa a ser iniciado em 2009, com o objetivo de trabalhar a agenda verde da flora de forma lúdica e interativa com crianças de 8 a 10 anos.

Pacto das Águas

Na terça-feira, dia 2 de junho, na cidade de Bocaina – interior do Estado, será realizada a ação pioneira o Pacto das Águas São Paulo. A proposta é, em um único dia, ultrapassar o número de assinaturas recolhidas em todo o mundo durante o Fórum Mundial da Água, realizado em março desse ano, em Istambul, capital da Turquia. Cerca de 250 lideranças locais e regionais aderiram ao Consenso das Águas. "Mostraremos que São Paulo é um Estado com gestões integradas na luta pela conservação de nossas águas e garantir saneamento a toda a população. Vamos assumir um compromisso de gestão sustentável dos recursos hídricos diante das mudanças globais", comentou o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano.

Convênios no interior

Na quarta-feira, dia 3 de junho, os eventos seguem no interior de São Paulo. Em Campinas, às 10h30, o secretário participa da cerimônia de assinatura de um convênio entre a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB e a Prefeitura, visando que a própria administração municipal licencie empreendimentos de impacto ambiental local. Na ocasião, o secretário do Meio Ambiente aproveita para vistoriar o início das obras de reforma do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim.

Em Rio Claro, a partir das 13 horas, Graziano acompanha a assinatura de dois convênios. A Prefeitura da cidade assina compromisso de co-gestão com a Fundação para a Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo – Fundação Florestal, para realizar investimentos na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade (Horto Florestal), criando um polo turísticoecológico. Também, como em Campinas, assina convênio com a CETESB, para licenciamento de empreendimentos de impacto ambiental local.

Criança Ecológica

O projeto será expandido para o interior do Estado. Na quinta-feira, dia 4 de junho, a Secretaria do Meio Ambiente lança a proposta em parceria com a Prefeitura de Ribeirão Preto, às 10 horas, na EMEF Alfeu Luis Gasparini, que será a escola piloto da ideia. A prefeitura implantará cinco unidades do Criança Ecológica: Parque Luís Roberto Jabali – Curupira (Flora), Parque Ecológico Angêlo Rinaldi – Horto Municipal (Flora), Parque Guarani (Água/ Aqüífero Guarani), Bosque e Zoológico Municipal (Fauna e Flora) e Estação de Tratamento de Esgoto (Poluição).

Em Sorocaba, o projeto Criança Ecológica será lançado às 15 horas, no Colégio Professor Duljara F. de Oliveira, atendendo inicialmente 16 escolas municipais. A cidade terá três unidades do projeto: Parque da Biquinha (agenda cinza), Parque Água Vermelha (agenda azul) e Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros (agenda verde).

Nas duas cidades, as prefeituras assumem todos os custos da implantação e manutenção do projeto Criança Ecológica e a SMA auxilia com conteúdo pedagógico.

Serra do Japi

À noite, a partir das 19 horas, o secretário Graziano, e os prefeitos de Jundiaí, Cajamar, Cabreúva e Pirapora do Bom Jesus, assinam uma carta de intenções para a criação de um consórcio intermunicipal em defesa da Serra do Japi. O ato acontece durante a Eco Jundiaí 2009, no parque Comendador Antonio Carbonari, o "Parque da Uva".

Lei do Cerrado

O encerramento oficial da Semana do Meio Ambiente acontece na sexta-feira, dia 5 de junho, com a promulgação da Lei de Proteção do Cerrado Paulista, no Palácio dos Bandeirantes, às 12 horas. Aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a Lei, cria critérios mais severos que o próprio Código Florestal Brasileiro no que diz respeito à utilização e preservação do Cerrado. No mesmo evento, Graziano vai apresentar um balanço da gestão da SMA de 2007 a 2009.

Confira a agenda:

> Segunda-feira (01 de junho)

EVENTO: Inauguração do Verde Vivo

HORA: 10h30
LOCAL: Avenida Miguel Stéfano, 3031 - CEP 04301-012 - Água Funda - São Paulo - SP

> Terça-feira (02 de junho)

EVENTO: Pacto das Águas São Paulo

HORA: 12 horas
LOCAL: Fazenda Barraca - Bocaina/SP

> Quarta-feira (03 de junho)

EVENTO: Assinatura de convênio que transfere ao município o licenciamento ambiental de atividades de impacto local

HORA: 10h30
LOCAL: Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim - Rodovia Heitor Penteado, km 3,5 – Jardim das Palmeiras – Campinas/SP

EVENTO: Assinatura de convênio que transfere ao município o licenciamento ambiental de atividades de impacto local e convênio de co-gestão do Horto Florestal entre Prefeitura e Fundação Florestal

HORA: 15 horas
LOCAL: Horto Florestal - Avenida Navarro de Andrade, s/nº - Rio Claro/SP

> Quinta-feira (04 de junho)

EVENTO: Lançamento da Parceria Criança Ecológica com município de Ribeirão Preto

HORA: 10 horas
LOCAL: Avenida Dom Pedro, 196 – Jardim Ipiranga – Ribeirão Preto

EVENTO: Inauguração da Estação Criança Ecológica em Sorocaba

HORA: 15 horas
LOCAL: Rua Mobil Lopes de Oliveira, s/nº - Jardim Santo Amaro - Sorocaba

EVENTO: Assinatura protocolo/carta compromisso em defesa à Serra do Japi

HORA: 19 horas
LOCAL: Parque da Uva - avenida Jundiaí, 1111 – Anhangabaú – Jundiaí/SP

> Sexta-feira (05 de junho)

EVENTO: Promulgação da Lei de Proteção do Cerrado

HORA: 12 horas
LOCAL: Palácio dos Bandeirantes - avenida Morumbi, 4.500 – São Paulo/SP


Literatura - Concurso Internacional de Poesia abre inscrições

A aBrace Editora e o Movimento Cultural aBrace estão realizando um Concurso Internacional Literário de Poesia em português com tema livre, sustentado no seguinte fundamento: Trânsito poético para a liberação definitiva.

Este concurso tem como objetivo promover a atividade literária e o idioma português, bem como valorizar a criatividade e integrar poetas dos países de língua portuguesa.

Poderão participar todas as pessoas de qualquer lugar de residência com um único trabalho de poesia ou prosa poética, em língua portuguesa, de caráter inédito, tema livre, com no máximo 25 linhas.

Considerando a internacionalização do concurso, os custos de realização e as técnicas atuais em material de comunicação, as inscrições serão recebidas somente via e-mail. Os trabalhos devem ser enviados à abracept@abracecultura.com, até o dia 31 de agosto de 2009, com as seguintes características:

a) No campo assunto: 2º JOGOS FLORAIS DO SÉCULO XXI;

b) Os participantes deverão anexar dois arquivos de Word 2003. O primeiro deve incluir arquivo em Word (anexo) com o poema digitado (fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 — entre linhas 1,5), título e pseudônimo.

c) O segundo deve incluir arquivo em Word (anexo) com o título do trabalho com o mesmo pseudônimo, nome completo do participante, fotografia, pequeno curriculum (até 10 linhas), endereço residencial e e-mail.

d) A aBrace editora se compromete a enviar aos pré-selecionados e jurados somente os arquivos com poemas e pseudônimos, reservando os de documentação somente para identificar os selecionados e premiados. Não acusaremos recibo de e-mail. Sugerimos que cada participante solicite recibo de leitura automática.

O não cumprimento das orientações implicará na desclassificação do trabalho.

Trinta trabalhos serão pré-selecionados por uma comissão integrada por um representante da editora e dois representantes do Movimento Cultural aBrace. Serão critérios para o julgamento: criatividade, correção linguística, originalidade e relação direta com o fundamento do concurso.

Posteriormente os trabalhos serão entregues a uma comissão julgadora internacional composta por três destacados membros do meio literário, que procederá à seleção dos melhores trabalhos entre os pré-selecionados. Os nomes dos integrantes do Corpo de Jurados serão divulgados juntamente com o resultado do concurso.


As novas tendências do rock

Como herança dos anos 90, as novidades e experimentações continuam brotando no rock’n’roll atual, porém com fortes influências saudosistas, que buscam resgatar ritmos e arranjos de todos os tempos anteriores, de 60 a 80.

O punk voltou mais maduro e elaborado, como no caso do grupo nova-iorquino The Strokes, da dupla White Stripes ou da baiana Pitty. Ao mesmo tempo que os gaúchos do Cachorro Grande e os suecos do The Hives trazem as gravações dos sons sessentistas.

Outro grande sucesso contemporâneo é a interação entre instrumentais pesados com vocais cada vez mais fiéis ao acelerado rap, que leva as rimas de rua e um novo ritmo às bandas como Linkin Park, Korn, Limp Bizkit e Slipknot – que criaram a vertente new-metal.

O punk-pop, ou mesmo o polêmico emo, foi apresentado ao grande público por novos grupos como Yellow Card, Good Charlotte, My Chemical Romance, Avril Lavigne e os nacionais For Fun, Nx Zero, além de veteranos como o Green Day.

Mais uma vez, as pistas de dança e os DJs foram aproximados das guitarras, criando a febre electro, que é a principal vertente das casas noturnas moderninhas da atualidade.

Popular entre os B-Boys no começo dos anos 80, este estilo vive um revival e influência uma cena que aposta nos samplers roqueiros, revelando talentos como a debochada cantora Peaches ou os brasileiros do Cansei de ser Sexy.

Casas recentemente inauguradas buscam ilustrar este mix cultural reunindo atrações com DJs, sons ao vivo, peças de teatro, performances e parcerias, que ajudam a construir e perpetuar o estilo, pela sua própria mutação.

Festival internacional dedicado às novas tendências

A 101 Noites, MusicBox, Goethe-Institut Portugal e Instituto Franco-Português promovem de 18 a 27 de Junho um evento em torno da palavra dita: o Festival Silêncio! Trata-se de um festival internacional dedicado às novas tendências artísticas e novas expressões urbanas que cruzam a música com a palavra: dos concertos à poetry slam, dos debates às conferências, dos audiolivros às leituras encenadas e aos espectáculos transversais e de spoken word.

Rodrigo Leão, José Luís Peixoto, Olivier Rolin, Adolfo Luxúria Canibal, Rogério Samora, JP Simões, Francisco José Viegas, Sam the Kid, Jorge Silva Melo, DJ Ride, Filipe Vargas, John Banzai, Mark-Uwe Kling, Maria João Seixas, Alex Beaupain e Wordsong, entre muitos outros, para que Lisboa dê lugar à palavra, aceitando o silêncio quando ele se impõe.

Promover encontros entre poesia, música e vídeo, reunindo alguns dos mais conceituados artistas portugueses, franceses e alemães. Debater o futuro de novos suportes como o audiolivro convocando escritores, jornalistas e editores. Dar a conhecer as mais recentes tendências artísticas nesta área é o objectivo do Festival
Silêncio!