O punk voltou mais maduro e elaborado, como no caso do grupo nova-iorquino The Strokes, da dupla White Stripes ou da baiana Pitty. Ao mesmo tempo que os gaúchos do Cachorro Grande e os suecos do The Hives trazem as gravações dos sons sessentistas.
Outro grande sucesso contemporâneo é a interação entre instrumentais pesados com vocais cada vez mais fiéis ao acelerado rap, que leva as rimas de rua e um novo ritmo às bandas como Linkin Park, Korn, Limp Bizkit e Slipknot – que criaram a vertente new-metal.
O punk-pop, ou mesmo o polêmico emo, foi apresentado ao grande público por novos grupos como Yellow Card, Good Charlotte, My Chemical Romance, Avril Lavigne e os nacionais For Fun, Nx Zero, além de veteranos como o Green Day.
Mais uma vez, as pistas de dança e os DJs foram aproximados das guitarras, criando a febre electro, que é a principal vertente das casas noturnas moderninhas da atualidade.
Popular entre os B-Boys no começo dos anos 80, este estilo vive um revival e influência uma cena que aposta nos samplers roqueiros, revelando talentos como a debochada cantora Peaches ou os brasileiros do Cansei de ser Sexy.
Casas recentemente inauguradas buscam ilustrar este mix cultural reunindo atrações com DJs, sons ao vivo, peças de teatro, performances e parcerias, que ajudam a construir e perpetuar o estilo, pela sua própria mutação.
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